Quais os tipos de métodos contraceptivos existem no mercado, como: o método de ritmo (tabelinha), relação sexual interrompida (coito interrompido), camisinha (preservativo), diafragma, pílula (anticoncepcional oral), DIU (dispositivo intrauterino), Esterilização (vasectomia, laqueadura tubária ou ligadura das trompas).
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MÉTODOS CONTRACEPTIVOS
As ações de medicina preventiva constituem-se em procedimentos importantes para prevenir as doenças ou para diagnosticá-las em fases iniciais, orientando apenas para o tratamento correto.
Prevenir as doenças é a maneira mais eficaz e barata na manutenção da saúde.
Várias Ong's, vem desempenhando o seu papel junto à comunidade rural, ensinando aos produtores, aos trabalhadores e a seus familiares as medidas mais importantes na prevenção de doenças, para se obter a saúde física e mental desejada.
INTRODUÇÃO
Nos países desenvolvidos, existem recursos mais adequados para solucionar os problemas com o aumento da população.
Os países em desenvolvimento têm mais dificuldades ao enfrentar o rápido crescimento populacional.
Nos vários países do mundo, as Instituições Públicas ou Privadas, de alguma forma, fornecem conhecimentos para o denominado Planejamento Familiar, com o objetivo de melhorar as condições de vida.
Reflexões devem ser feitas sobre os métodos anticoncepcionais, levando-se em consideração a vontade familiar, as orientações médicas adequadas e as diretrizes para um crescimento e desenvolvimento harmônico, sadio e produtivo da sociedade.
TIPOS DE MÉTODOS CONTRACEPTIVOS
1 - MÉTODO DE RITMO (TABELINHA):
Método natural, baseado no comportamento do casal e pouco confiável. Utiliza-se do calendário para garantir que não haja gravidez.
Mantém-se relações sexuais em dias estabelecidos. Também chamado de "período seguro" para manter relações. Pode ser melhorado se a mulher controlar a temperatura basal.
O Maior risco de ocorrer a fecundação é entre o 12º e 18º dia do ciclo; e o menor, um pouco antes, durante e logo após a menstruação.
2 - RELAÇÃO SEXUAL INTERROMPIDA (COITO INTERROMPIDO):
Método contraindicado, é o menos confiável. Retira-se o pênis da vagina antes que ocorra a ejaculação.
Há risco pois o homem libera, momentos antes da ejaculação, uma secreção contendo espermatozóides que, se coincidir com o período de ovulação, poderá ocorrer a fecundação.
3 - CAMISINHA (PRESERVATIVO):
Protege o pênis e deve ser colocada antes da relação sexual. No momento da ejaculação todo o conteúdo da ejaculação fica retido.
Evita-se o contato com a vagina, não permitindo que ocorra a fecundação.
É confiável desde que se tomem os seguintes cuidados: deve-se examiná-la antes do uso e retirar o pênis da vagina logo após a relação.
O uso de cremes espermicidas, juntamente com a camisinha, melhora a eficácia do método, protegendo contra as DSTs.
4 - DIAFRAGMA:
Dispositivo de borracha flexível, com diâmetro variável entre 6 e 10 cm. Coloca-se no fundo da vagina, impedindo que o espermatozóide alcance o colo do útero e suba para fecundar o óvulo.
Deve ter o tamanho certo e colocado, na primeira vez, pelo médico. Deve ser colocado antes da relação sexual, podendo ser utilizado com cremes espermicidas.
Após a relação sexual, recomenda-se que o diafragma permaneça na vagina até 6 horas. Este método não protege contra as DSTs.
5 - PÍLULA (ANTICONCEPCIONAL ORAL):
Somente pode ser receitada pelo médico. A mulher deve passar por exames médicos periodicamente. Apresenta maior eficácia e tem melhor confiabilidade.
A combinação dos hormônios das pílulas, as doses e a maneira de serem tomados não deixam os óvulos se desenvolverem, evitando-se a ovulação, impedindo que ocorra a gravidez.
Deve ser tomada desde o início do ciclo menstrual, no período de 21 a 22 dias. Algumas queixas são observadas pelas usuárias deste método, como alergias na pele, aumento de peso, náuseas, vômitos, dor de cabeça e sensibilidade mamária.
6 - DIU (DISPOSITIVO INTRAUTERINO):
Pequena peça de plástico, recoberta ou não por fio de cobre. Colocado dentro do útero, pelo médico, no início do ciclo menstrual, podendo permanecer de 3 a 5 anos.
Torna os espermatozóides menos capazes para fecundar o óvulo. Age, também, na mucosa do útero, modificando-o de forma que, se o óvulo for fecundado, será muito difícil sua fixação.
Deve-se consultar o médico pelo menos uma vez por ano para avaliação das condições de implantação do DIU e da saúde ginecológica.
Pode causar complicações ginecológicas como aumento do fluxo menstrual, cólicas abdominais e processo inflamatório pélvico. O DIU é recomendado apenas para mulheres que já tiveram filhos.
7 - ESTERILIZAÇÃO:
Trata-se de um método definitivo de anticoncepção e é um dos mais confiáveis. No homem chama-se Vasectomia e na mulher, Laqueadura Tubária (Ligadura das Trompas).
a) Vasectomia: O canal principal por onde passam os espermatozóides é cortado e ligado por meio de procedimento cirúrgico. Utiliza-se anestesia local e não necessita de internação hospitalar.
Evita a passagem do espermatozóide para o líquido que constitui o material da ejaculação, não havendo a fecundação do óvulo.
b) Laqueadura Tubária (Ligadura das Trompas): Constitui num procedimento cirúrgico, interrompendo o caminho que o óvulo percorre.
Muitas vezes é considerado um método irreversível. É normalmente feito em ambientes cirúrgicos. Deve ser indicado para casais que não devam ou não desejam ter mais filhos.