Sintomas, Causas, Riscos e Ataques da Epilepsia

Veja aqui Tudo sobre, a epilepsia. Estudaremos o que é a epilepsia, os sintomas causados pela epilepsia, as causas do desenvolvimento da doença, como evitar, como fazer o diagnóstico, quais os tratamentos, o que deve ser feito, quais os riscos da doença, como ajudar alguém durante um ataque e muito mais....

EPILEPSIAS

Há muitas formas de epilepsia, cada uma com seus sintomas característicos. Independentemente de sua forma, o distúrbio é causado por um problema na comunicação entre as células nervosas. Normalmente, essas células se comunicam entre si pela emissão constante de pequenos sinais elétricos.

Na pessoa com epilepsia, os sinais de um grupo de células nervosas ocasionalmente tornam-se muito fortes — tão fortes que eles dominam, temporariamente, partes vizinhas do cérebro. É essa descarga elétrica repentina e excessiva que causa o sintoma básico da epilepsia, que é o ataque epiléptico.

Não se sabe o que provoca a falha do sistema de comunicação do cérebro ou por que os ataques se repetem em algumas pessoas. Pesquisas exaustivas, incluindo o exame de muitas pessoas com epilepsia, mostraram que dois terços das pessoas não têm basicamente nenhuma anormalidade estrutural no cérebro, isto é, não há nada visivelmente errado.

A epilepsia da terça parte restante pode estar associada a um problema anterior, tal como lesão cerebral no nascimento, traumatismo craniano, derrame
ou infecção cerebral. Ocasionalmente, ela pode ser causada por um Tumor cerebral, o que é altamente provável quando a epilepsia ocorre pela primeira vez na idade adulta.

Quais são os Sintomas?

O principal sintoma da epilepsia é uma fase curta e anormal do comportamento, denominada ataque. É importante saber que uma única crise não indica epilepsia. Por definição, os ataques epilépticos se repetem. Há muitas formas da doença, mas os dois tipos principais (e mais comuns) de epilepsia generalizada são os ataques do grande e do pequeno mal.

A epilepsia do pequeno mal é mais comum na infância, não persistindo após o final da adolescência. Uma criança pode sofrer dessa forma de epilepsia se, em uma atividade qualquer, parar repentinamente e ficar olhando de forma ausente ao redor, por alguns segundos (às vezes até por meio minuto).

Durante esse período de ausência, conhecido como ataque do pequeno mal, a criança não tem consciência do que acontece. Pode haver uma sacudidela da cabeça ou de um braço, mas a pessoa, nesse tipo de ataque, geralmente não cai.

Quando o ataque termina, a criança geralmente não sabe o que aconteceu na breve ausência. Em casos típicos, a criança tem muitas crises todos os
dias. Às vezes, pensa-se que essas crianças estão apenas “sonhando acordadas”.

O sintoma característico da epilepsia do grande mal é um ataque que afeta o corpo todo. A pessoa pode soltar um grito e cair. O corpo então se enrijece e passa a se contrair e a sacudir incontrolavelmente. Isso pode durar um ou dois minutos e é geralmente seguido por um período de sono profundo ou confusão mental.

Durante o ataque, algumas pessoas perdem o controle da bexiga e do intestino. Em alguns casos, o ataque leva mais de um ou dois minutos, o que passa a ser uma situação de emergência, pois os episódios contínuos podem interferir na respiração e, se não tratados, resultar em lesão cerebral permanente.
Nesse caso, é importante procurar atendimento médico imediatamente. Muitas vezes, a pessoa recebe um aviso de um ataque iminente, conhecido como aura. A aura ocorre pouco antes do ataque, ou até horas antes de ele ocorrer.

Pode ser uma sensação de tensão ou um sentimento vago, mas algumas pessoas com epilepsia têm auras com características sensoriais especiais, como a impressão de um odor diferente, visão distorcida ou uma sensação orgânica, particularmente no estômago.

Outros tipos de epilepsia podem começar em uma seção do cérebro. A descarga elétrica nervosa pode alastrar-se e ocasionar um ataque do grande mal, ou restringir-se à região na qual se iniciou. Esses tipos de ataque são denominados focais, ou parciais, e os sintomas resultantes dependem da parte do cérebro onde a descarga começa.

Uma pessoa com epilepsia focal motora não perde, necessariamente, a consciência; a convulsão começa com um espasmo incontrolável de uma parte do corpo e espalha-se gradualmente. O polegar de uma mão, por exemplo, pode começar a tremer, estendendose por todo o braço e depois pelo resto desse lado do corpo e, em seguida, pode haver uma convulsão mais generalizada do corpo todo.

É possível que uma pessoa com epilepsia do lobo temporal, ou parcial complexa, tenha uma aura que dure apenas alguns segundos. Logo depois, a pessoa faz algo completamente sem sentido, tal como ficar subitamente brava, rir sem motivo aparente ou interromper atividades normais com comportamento incomum.

Movimentos estranhos de mastigação podem ocorrer por toda a crise. Aquelas com epilepsia parcial complexa têm a sensação de estar sendo separadas delas mesmas ou começam a devanear, geralmente repetidamente no decorrer do dia.

Quais são os Riscos ?

Estima-se que 1 a 2% da população sofra de alguma forma de epilepsia, mas essa proporção pode ser maior em determinadas famílias. Geralmente, a epilepsia é mais comum em crianças, e a do pequeno mal basicamente se restringe a elas.

Convulsões isoladas são muito comuns em crianças com febre alta provocada por doenças infecciosas. Uma criança com esse tipo de convulsão não sofre de epilepsia. Se tiver qualquer dúvida sobre a natureza de convulsões em crianças, converse com um médico.

O tratamento medicamentoso pode controlar a maioria das formas de epilepsia, e as pessoas que sofrem dessa doença podem, geralmente, levar uma vida normal. Se a epilepsia não for bem controlada, um ataque poderá ser perigoso tanto para a pessoa como para os outros, sob certas circunstâncias, tais como subir numa escada, trabalhar com máquinas ou dirigir um carro.

Não se deve dirigir, a não ser que seus ataques sejam bem controlados. Consulte seu médico para saber quando pode dirigir e para conhecer as
possíveis restrições legais.

Uma pessoa que sofre de convulsões não deve jamais nadar sozinha. Deve estar sempre acompanhada de alguém que conheça procedimentos de salvamento e que possa ajudála se ocorrer um ataque. Se utilizar banheira em vez de chuveiro, recomenda-se não trancar a porta do banheiro, pois, se tiver um ataque, alguém poderá ajudá-la rapidamente.

Mesmo em situações relativamente seguras, a pessoa pode se machucar durante um ataque. Quando as mandíbulas travam, pode-se, acidentalmente, morder a língua. Objetos afiados também são um perigo durante um ataque. Bater a cabeça ou outra parte do corpo também é um risco.

O que Deve ser Feito ?

Diante de sintomas de epilepsia, consulte um médico, que precisará de uma descrição detalhada dos ataques, bem como de informações sobre sua freqüência e duração. Se não houve nenhuma doença ou lesão recente que poderia causar os ataques, o médico poderá, provavelmente, diagnosticar o estado como epilepsia, baseado nos fatos apresentados.

Um eletroencefalograma (EEG) geralmente é feito para detectar o tipo de epilepsia e auxiliar na escolha correta do medicamento. Se houver a possibilidade de alguma lesão ou infecção cerebral, pode ser necessário um exame de raios X do crânio, exames de sangue, tomografia computadorizada ou ressonância magnética do cérebro e, em caso de suspeita de infecção, uma punção lombar.

Qual é o Tratamento?

Auto-Ajuda: se sofrer de epilepsia e estiver tomando medicamentos, certifique-se de tomá-los exatamente como recomendado. Se, por qualquer motivo, vomitar os comprimidos, tome outra dose. Entretanto, se pular uma dose, não compense tomando mais na vez seguinte. Em tais casos, deve-se entrar em contato com o médico. Ele poderá indicar o melhor procedimento.

Quando o diagnóstico de epilepsia for confirmado, pergunte ao médico como obter uma pulseira ou cartão de identificação. Alguns modelos contêm um número de telefone ou um conselho sobre como um observador deverá proceder para ajudá-lo durante um ataque. Use sempre a pulseira ou carregue o cartão em todas as circunstâncias.

Ajuda Profissional: a epilepsia não pode ser curada. (Casos raros de convulsões causadas por lesões cerebrais curáveis, desequilíbrios metabólicos, tumores ou infecções não são considerados epilepsia.) Drogas anticonvulsivantes, tomadas como prescritas, evitam que a maioria dos epilépticos tenham ataques.
Existem muitas dessas drogas e o médico poderá receitar uma ou mais delas, e, no caso de crises constantes, deverão ser tomadas em intervalos regulares, provavelmente pelo resto da vida. Uma criança que sofre de epilepsia do pequeno mal pode ficar curada com o tempo e, caso isso ocorra, o médico deverá informar quando as drogas podem ser suspensas. Consulte o médico se tiver dúvidas.

As drogas anticonvulsivantes podem provocar efeitos colaterais desagradáveis, principalmente se ingeridas em grandes quantidades. Portanto, você deverá consultar o médico regularmente para se submeter a check-ups e, possivelmente, a exames de sangue para verificar se a dosagem da droga prescrita precisa ser ajustada.

Se a droga não for completamente eficaz, o médico poderá aumentar a dose ou prescrever uma diferente. Se o seu estado for conseqüência de um outro distúrbio, este também precisará ser tratado. Dessa forma, à medida que o distúrbio melhora, menos ataques ocorrerão.

Como Ajudar Alguém Durante um Ataque

Alguns ataques epilépticos são ausências momentâneas e o corpo permanece aparentemente inalterado. Apenas acompanhe gentilmente a pessoa até um local seguro se o ataque ocorrer em uma situação potencialmente perigosa, como ao atravessar uma rua, por exemplo.

Mas lembre-se de que não importa o quanto a pessoa possa parecer ativa, o epiléptico não tem consciência do que está fazendo e deve ser afastado do perigo gentilmente, e não dominado ou repreendido.

Num ataque do grande mal, a pessoa começará a se contrair e a tremer, podendo cair. Se isso acontecer, proceda da seguinte maneira:

1. Acompanhe ou leve a pessoa para um local seguro, somente se ela estiver em uma situação perigosa — em uma escada, por exemplo. Do contrário, não tente mover a pessoa.

2. Retire os objetos próximos para que não provoquem acidentes. Não prenda ou domine a pessoa. Não coloque nada em sua boca. A força da mandíbula prendendo um objeto poderá fraturá-la ou quebrar os dentes. Em ambos os casos, poderá haver lesão.

3. Afrouxe o colarinho da pessoa e tente puxar a mandíbula para a frente e esticar o pescoço para que possa respirar com facilidade. Durante a fase ativa de um ataque, a respiração pode se tornar bastante reduzida, mas uma respiração artificial é praticamente impossível. A pessoa passará a respirar normalmente assim que os músculos relaxarem, ao final do ataque.

4. A maioria dos ataques dura apenas um ou dois minutos. Se continuar por mais de três minutos ou se outro ataque começar minutos após o primeiro, procure ajuda médica imediatamente. A pessoa poderá portar um cartão com informações para uma emergência.

5. Muitas pessoas com epilepsia dormem após um ataque. Se isso acontecer, coloque a pessoa em posição de recuperação (veja o ícone Primeiros socorros) e deixe a pessoa acordar naturalmente. Se possível, mova-a para um local sossegado, para possibilitar um sono tranqüilo, e verifique constantemente se está tudo bem.

6. Se a pessoa não tiver um cartão ou se não souber se sofre de epilepsia, leve-a para um médico ou pronto-socorro quando o ataque passar.


26 Respostas a Sintomas, Causas, Riscos e Ataques da Epilepsia

  1.  
    kelly 26 / 12 / 2011

    eu queria sabe como curar meu cachorro de 1 mês de epilepsia por favor me ajuda.

  2.  
    jorge oliveira 25 / 01 / 2012

    eu tenho todos esses sintomas de eplepsia so que os meus ataques durao muito tempo nu minimo 15 minutos ja cheguei a ter ataques de 30 a 40 minutos ja me controlo bem melhor mas ainda nao tou curado, e ja tive varias crises epletrias e varias lesoes como por esemplo ficar com a cara toda desforada enrreconhecivel. e uma doensa muito complicada de contrular! TOU FARTO DISTO NEM POSSO TRABALHAR. e tina ua vida tao boa.. mas ainda vou a tempo so tenho 21 anos deus me ajude.! jorge oliveira

  3.  
    Jonhpedro98 03 / 02 / 2012

    nossa eu nao sabia que era tao grave assim

  4.  
    Dodge 07 / 02 / 2012

    MUITO ESCLARECEDOR A MATERIA FOI A MELHOR QUE LI ATÉ AGORA , TENHO PROCURADO DIVERSAS EXPLICAÇOÊS POIS TIVE UM PRIMEIRO ATAQUE DIA 07/07/11 E ESTOU MUITO ASSUSTADO PELA FALTA DE AVISO DESTA DOENÇA É MUITO PERIGOSA, HOJE ME SINTO INSEGURO O TEMPO TODO QUANDO DIRIJO, ATRAVESSO UMA RUA ETC, GOSTARIA DE SABER MAIS DE PRIMEIROS ATAQUES AOS 52 ANOS DE IDADE SE É COMUM, GRATO

  5.  
    adriano 09 / 02 / 2012

    a doze anos atraz tive um desmaio sera que pode voltar novamente porque estou com amortecimentos no braço dor na nuca

  6.  
    Jussara 23 / 02 / 2012

    Fiquei muito satisfeita com os esclarecimentos prestados, pois a minha irmã aos 44 anos passou a ter esses ataques. O médico disse que ela já nasceu com a predisposição mesmo sem ter acontecido até agora, mas ao perder sua filhinha de 10 aninhos, os ataques começarão e infelizmente com muita frequência.
    Eu só tenho a agradecê-los, porque eu não sabia como proceder em tais circunstâncias. Parabéns! Pois essa matéria foi a mais esclarecedora de todas que li na internet.
    Jussara.

  7.  
    MILENA 27 / 02 / 2012

    PARABÉNS! POIS ATRAVÉS DESTE PUDE TIRAR MINHAS DÚVIDAS A RESPEITO DE VÁRIOS TIPOS DE EPILEPSIA, MEU ESPOSO AS VEZES TEM CRISE E UMA VEZ ME SURPREENDEU COM RISOS, FIQUEI MUITO ASSUSTADA POIS NUNCA TINHA ACONTECIDO, OBRIGADA!

  8.  
    lucy 27 / 02 / 2012

    meu namorado tem 27 anos e começou a apresentar crises convusivas, queria saber qual seria a causa para aparecer essas crises só agora porque de fato nunca tinha acontecido nada com ele.

  9.  
    lucy 27 / 02 / 2012

    parabéns pelos esclarecimentos acho que de todos os sites que olhei este é o mais esclarecedor. obrigada

  10.  
    leticia 13 / 03 / 2012

    minha irma diz que parou de usar cocaina , mas esta tendo esses ataques queria saber se e´ por falta da droga , ou se ela pode estar usando escondido.

  11.  
    Bete Rosa 01 / 04 / 2012

    Achei as informações muito claras.
    Ontem passei pelo médico perito do INSS e apos saber do indeferimento do pedido de afastamento tive uma crise nervosa com contorsão do pescoço, brações e mãos. Gritei muito. Só fiquei sabendo porque a minha irmã estava comigo e me contou. Hoje estou com muita dor no pescoço e ombros. Já fui ao ortopedista e ele receitou uns remédios. Mas continuo com muita dor de cabeça, dor no pescoço sem condições de movimentá-lo. Após o ocorrido dormi por horas, acordei chorando sem saber o que aconteceu. Depois que a minha irmã me contou, chorei muito novamnete, por não ter a consciencia do estado em que estava naquele momento. Sensação horrível, estou muito mal.

  12.  
    roberta panicali 03 / 06 / 2012

    ola eu morro de do das pessoas sofre de ataques de epilepsia,eu sim tenho do e morro de pena das pessoas meu deus,eu tenho muito do das pessoas tem estes tipos de problemas.abraço roberta

    •  
      jessica 23 / 06 / 2012

      Roberta Voc nao precisa ter do dessas pessoas.. Sao pessoas comuns como qualquer outra com uma unica diferença ela tem uma doença.. Mas nao e o fim.. Eu tenho eplisia tbm..sei com e dificl controlar..tomar os remdios na hora certa e tudo mais,,mas nao tenha do nao precisamos disso.Precisamos de gente conhecedoras da doença e que saibar lidar nesses casos. Um abraço

  13.  
    julia santos dias 21 / 06 / 2012

    meu marido tem67 anos e teve ataques epleticos por 50 anos,em 1995 ele fez uma cirurgia,pra retirada de um nodulo no cerebro e agora ele está tendo muitos calafrios,será que pode ser a doença que está querendo se manifestar novamente? quando ele tinha dois anos ele caio e beteu com a cabeça no chão.

  14.  
    Renata lima 26 / 06 / 2012

    Boa noite,meu filho teve a primeira crise epilética com mais ou menos 13anos,procuramos inumeros médicos,exames em lugares variados porem sem muito resultado as crises eram horríveis e constantes,ele vivia apatico,quase dopado e morria de vergonha quando as crises aconteciam perto dos amigos(poucos)na pior sessão consecutivas foi levado pelos bombeiros mais as crises não tinham respostas com os anticonvulsivos,foi para a sala vermelha,monitorado mal conseguia falar.ali no auge do meu desespero sem saber mais onde recorrer depois de anos de sofrimento,fiz a decisão mais importante de nossas vidas ,diante de tudo olhei para o céu e falei Deus,meu DEUS TU apartir de hoje o meu filho está nas suas mãos ,sei que para ti o ,milagre é apenas um detalhe,assumi omeu compromisso com Deus o médico dos médicos,meu filho voltou para casa se converteu,e hoje para honra e glória do Senhor omeu filho está curado.eu costumava sempre perguntar o porque,hoje entendo que não era porque, era pra que?para quesevisse de testemunho e trans formar a vida de toda a minha familia e meus amigos.que a gloria e a paz do Senhor Jesus esteja com você.

  15.  
    Thiago 10 / 07 / 2012

    Olha, isso mtas vezes pode ser pscológico e pode facilmente ser controlada, meu nome é Thiago W. e aos 17 anos tive alguns problemas q naum foi facil de superar um desses problemas foi o asassinato de um amigo, fiquei mto mal. naum acreditava no que tinha acontecido. foi entaum q comecei a ter crises de eplepsia no começo fiz um tanto de esames e me foi receitado o Fenobarbital(gadernal), mas naum me adaptei com ele foi entaum q passei a tomar o Carbamazepina ele naum me da sono e fico praticamente normal mas penso em operar e se Deus quiser ser curado de vez desse mal é importante q tenhamos fé acima de tudo e a cura virá…

  16.  
    lenice 11 / 07 / 2012

    achei bem esclarecida pos meu namorado sobre desse problema,eu nunca vi,mas tem 3anos ke ele nao senti esse mal.abraços lenice

  17.  
    Anonimo 23 / 07 / 2012

    Ter escurecimento da vista e começar a tremer é pode ser difinido como um ataque de epilepsia? Faz muito tempo que isso não acontece aconte, mas hoje voltou, levantei da cama, e comecei a andar e minha vista começou a escurecer e com medo de cair e me sentei no chão e, deu pra eu perceber que meu braço começou a tremer e eu parei o olhar num mesmo local, mas eu percebi, senti e vi isso.

    Isso começou a acontecer quando estou muito cansado. Pois parei de ter isso quando passei a dormir cedo, mas à alguns dias atrás passei quase que a noite inteira acondado. Seria isso tambem uma causa pra esses ataques?

  18.  
    carla 12 / 09 / 2012

    no domingo enquanto trabalhava tive um ataque ,mas graças a deus estavam comigo pessoas que me souberam ajudar.tenho 27 anos e sofro desta doença a 7 depois de ter tido o meu segundo filho,e um pouco complicado mas desde que s tome a medicaçao direitinha fica mais facil.obrigado beijinhos a todos

  19.  
    Fran 19 / 09 / 2012

    Gostei dos esclarecimentos…tenho 28 anos,tive a primeira crise a 10 anos,fiz tratamento com depakene 500mg por 2 anos,então fiquei 5 anos sem ter crises,mas infelizmente voltou,só q antes das crises eu sinto um panico terrivel,mas pra mim é um aviso,pois se estiver só,sou capaz de deitar de lado e colocar um pano na boca,se estiver dirigindo da tempo de parar o carro,depois acordo com muitas dores musculares e de cabeça,agora faço outro tratamento com oleptal 300mg,melhorou bem, é raro acontecer,mas estou sempre em busca da cura definitiva,embora digam q não exista ,pois tenho sonho de ser mãe,sei q a medicina esta avançada,os médicos dizem q posso ser mãe,mas tenho muito medo,e creio q isso vai acabar,o importante é não perder a fé…

  20.  
    Sandra 13 / 10 / 2012

    Meu namorado tem 36 anos. Quando tinha 7 anos teve um tumor e crises horríveis. Ele tinha epilepsia por causa do tumor no cérebro que foi retirado. Mas ele ainda tem crises, quando eu o conheci ele fumava e bebia. Agora ele já não faz mais isso, mas mesmo assim tem crises. Ele tem uma vida sociável boa, ele trabalha normalmente, sai por ai. Eu o amo, estive disposta a entender essa doença para ajudar-lo, mas a verdade é que tenho muito de dormir ao lado dele. As crises dele são noturnas, eu o conheci em maio/2012 e de lá para cá, fiquei sabendo que ele teve 3 crises, eu estive presente em 2 delas. Elas sempre chegam após uns minutos de sono, então ele começa a se mexer, se contrair e cai no chão, isso dura no minimo 1 -2 minutos. Não queria deixar-lo por canto disso, mas eu tenho medo e fico sempre esperando uma nova crise. As vezes eu o vejo acordado a noite, ele se mexe muito, apesar de tomar os remédios regularmente 1 pela manhã e 3 anoite (depakine chromo 500 mg), nós moramos na suíça.

  21.  
    silvanete souza 28 / 11 / 2012

    Meu filho, tem essa doença, mais ele só ataca,dormindo,é normal? ele já foi consultado por o especialista no caso,já fez tds os exames necessário,melhorou só que de vez em quando ele tem ataque,ele canta em uma banda.sera que é por isso ou não tem nada ave? por favor mim responda, pois ficamos todos precupados ele tem 23 anos.

  22.  
    Mario 14 / 12 / 2012

    Tenho ataques desde dos meus 11 anos, nunca antes tinha tratado da doença porque nunca informei acerca do assunto, hoje faço tratamento com deplexil 500 mg, estou com 26 anos e ja tenho consciencia que viverei com isso pelo resto da vida, nao apresento lesoes no cerebro, meus ataques sao quase diarios mesmo com o medicamento e ocorrem quando estou dormindo e duram pouco tempo, segundo minha namorada, mesmo assim levo a minha vida na normalidade.

  23.  
    lila 25 / 01 / 2013

    Olá … obrigada pelas informações tenho uma irmã q tem EPILEPSIA
    o caso dela foi descoberto quando ela tinha 30 anos os médicos disseção que foi sequela da meningite que teve quando tinha 1 ano de idade …..hoje tem 35 anos 3 filhos e posso dizer a vcs q ela tem uma vida normal toma os medicamentos q é pra toda vida faz acompanhamento com neuro .foi muito difícil no começo mais agora a família tira de letra não desanimem galera ela é uma pessoa muito FELIZ bjs … meu email: caso que irão se comunicar comigo lilikajulia@hotmail.com.

  24.  
    Rosa 29 / 05 / 2014

    Eu tive um ataque epilético ( três noites e 3vezes em cada noite) há três anos atrás depois de uma pancada na cabeça, e ontem depois de tanto tempo, eu tive outra. Por precauções há 3anos atrás o médico passou o Gardenal para que eu tomasse, era por 6 meses, mas seguir três anos de tratamento, à cada volta de 6 em 6 meses, ela prorrogava, assim passou-se 3 anos. A miha minha mãe me contou que herdei isso do meu pai, o meu irmão mais velho também, e o mais novo teve por conta de febres, mais tomou o gardenal durante oito anos, hoje nenhum tem crises convulsivas, só eu. Os exames que fiz na época 3anos atrás, não deram nada, foi uma ressonância e um eletroencefalograma. Vou ter que repetí-los, mas quero saber se ainda tem como eu ser medicada por um pequeno tempo, e depois parar de vez? Eu estou com 28 anos. Foi gratificante esse informativo, quem puder me responder sobre a minha dúvida eu agradeço.

  25.  
    Rosa 29 / 05 / 2014

    Até eu ter crises por conta da pancada na cabeça, eu não sabia que tive quando criança, e muito menos meu pai, e o meu irmão mais velho, porém eles não apresentam crises, mas tiveram quando crianças. E o meu irmão cassula, parou a medicação agora, porque também teve quando criança por febre e talvez genética, ele tomou por 10/11 anos. Eu quero saber se eu posso tratar por um espaço pequeno de tempo e depois parar, ou tenho que tomar até morrer agora? Só tenho 28 anos. Esse documentário já me ajudou bastante, me tirando dúvidas freguentes. Ficarei muito grata se obtiver resposta.

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